Modelo exploratório · Grande Lisboa
Amadora: necessidade de habitação acessível
Quantos fogos de arrendamento acessível permanente o modelo da Fundação Âncora estima para Amadora (Grande Lisboa), em duas lentes: carência de base e classe média sob pressão de renda de mercado. Use o mapa e os controlos para explorar cenários.
No cenário central, o modelo da Fundação Âncora estima para Amadora:
Território
Trabalho e rendimento
Preços e esforço
Pressões e desadequação
Como se ocupa o parque
Resposta pública
Estado do parque
No cenário central, Amadora é o 4.º concelho do país com maior necessidade total estimada de arrendamento acessível permanente, e o 3.º entre os 9 concelhos da região Grande Lisboa. A maior parte (79%) vem da classe média que o mercado de arrendamento pressiona — a taxa de esforço com a renda ronda os 67% — mais do que da carência de base. Em intensidade, são cerca de 358 fogos por mil famílias, acima da média nacional (~119).
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Amadora em 2045: densidade com respiro para quem cá vive
A Amadora é um dos concelhos mais densos e jovens do país, multicultural e bem servido pela Linha de Sintra e pelo metro. No seu eixo funciona o Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), que serve mais de meio milhão de pessoas — um dos maiores do país. É uma cidade que trabalha para toda a região.
É também onde a pressão sobre a casa mais se sente: a sobrelotação chega aos 19,7%, a taxa de esforço aos 67%, e a necessidade na classe média é de cerca de 20 838 fogos — a segunda maior da região, logo a seguir a Lisboa. A Visão 2045 aponta 4 357 casas de renda de custo.
Para o município e para os empregadores da Grande Lisboa, responder em arrendamento acessível permanente na Amadora é aliviar uma das maiores pressões habitacionais do país e fixar quem faz a cidade funcionar.
Outros concelhos · Grande Lisboa
Perguntas frequentes
Quantos fogos de arrendamento acessível permanente faltam em Amadora?
O modelo exploratório da Fundação Âncora estima cerca de 26 323 fogos de arrendamento acessível permanente no cenário central: 5 485 de carência de base e 20 838 para a classe média sob pressão de renda. O valor corresponde ao cenário central de ambição (θ = 0,35) — a fração do universo sob pressão que um programa de arrendamento acessível permanente serviria — e não à necessidade total do concelho. É uma estimativa, não um número oficial.
Estes números são oficiais?
Não. É a leitura de um modelo exploratório da Fundação Âncora; não substitui o apuramento oficial de carência habitacional.
Como é calculada a necessidade de Amadora?
Cruzam-se duas lentes — carência de base (sobrelotação, habitação inadequada, risco de pobreza) e classe média sob pressão do arrendamento de mercado (taxa de esforço com a renda) — sobre os agregados do concelho, em três cenários de ambição.
Como ler estes números
Duas lentes sobre o mesmo território: carência de base (sobrelotação, habitação inadequada, risco de pobreza) e classe média sob pressão do arrendamento de mercado (taxa de esforço com a renda). Três cenários de ambição (θ = a fração do universo sob pressão que se propõe servir: 20%, 35% ou 50%) — o número apresentado corresponde ao cenário escolhido, não ao total do universo sob pressão.
Estimativa de um modelo exploratório da Fundação Âncora, não estatística oficial. Ver metodologia completa, pressupostos e fontes → · Como citar
É do município de Amadora?
Estes números podem apoiar a Estratégia Local de Habitação e candidaturas ao 1.º Direito: descarregue os dados e a metodologia (CC BY 4.0, reutilizáveis com atribuição). A Fundação Âncora trabalha com municípios para criar arrendamento acessível permanente — veja como ou escreva a parcerias@fundacaoancora.pt.